As estratégias de aprendizagem são basicamente orientadas pelas ações de comunicação síncrona (quando existe a conexão simultânea e a coincidência temporal, emitente e destinatário está simultaneamente se comunicando em tempo real) e assíncrona (quando a comunicação entre as partes envolvidas no processo acontece sem haver a coincidência temporal, em que o emitente e o destinatário não se comunicam em tempo real). O que possibilita a criação de conteúdos de qualidade, apresentados de forma integrada e interativa, o que inclui uma gama enorme de processos e aplicações, aulas virtuais, colaboração on-line. Além da possibilidade de entrega de conteúdos como vídeos, áudio, textos, animações e atividades diversas.
Existem inúmeras ferramentas que possibilitam a aprendizagem colaborativa, cooperativa e participativa, o que é um dos pressupostos da educação on-line. Uma delas é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Por definição ambiente é tudo aquilo que envolve pessoas, objetos técnicos ou coisas. Enquanto que virtual (do latim Virtus) significa potência, força. No imaginário do senso-comum a palavra virtual significa aquilo que não existe, aquilo que não se insere na realidade, e se opõe ao real. Nesse sentido, segundo Lévy (1996), “o virtual não se opõe ao real e sim ao atual. Virtual é o que existe em potência e não em ato”.
No campo educacional um ambiente virtual é um espaço muito rico em significados, possibilitando através da interação e interatividade a construção de conhecimentos e, por conseguinte, a aprendizagem. Podemos afirmar que um Ambiente Virtual se torna um ambiente de Aprendizagem, na medida em que é um espaço para a construção de conhecimentos e saberes, e a aprendizagem é um processo sócio-técnico com significação, determinado pela interação entre sujeitos. Nesses ambientes, pela sua natureza, a informação (sons, imagens, textos) nela contidas, se reproduz, circula, modifica, se atualizando em diferentes mídias e interfaces.
Nenhum comentário:
Postar um comentário